A Revista Empire do mês de março, que já poderá ser comprada nesta semana, dá destaque ao novo filme do Super-Homem (Henry Cavill) em sua capa. Na imagem, especial para colecionadores, ele vem sozinho.

O novo longa do homem de aço está previsto para chegar aos cinemas brasileiros no dia 12 de julho. Os fãs já aguardam ansiosos e com esperança de que desta vez o novo Super-Homem irá emplacar.  Isso por que Zack Snyder e Christopher Nolan estão à frente dos trabalho sde direção e produção, respectivamente. Eles já dirigiram filmes de sucesso como Batman – O Cavaleiro das Trevas e o Cavaleiro das Trevas Ressurge; A Origem; Watchmen e 300.

Em 2013, porém, estão previstos também nas grandes telas outros filmes que disputarão com Super-Homem o posto de herói do ano: O Homem de Ferro 3 (26/04); O Cavaleiro Solitário (12/07); Wolverine: Imortal (26/07); e Thor: o mundo sombrio (08/11).

Quem irá vencer?


Confira o trailer legendado:




A Marinha dos Estados Unidos da América (EUA) ordena que o capitão Frank Ramsey (Gene Hackman) um militar tradicional e o primeiro oficial Ron Hunter (Denzel Washington) contenham uma possível Guerra Nuclear que pode se desencadear na 3ª Guerra Mundial instaurada por rebeldes russos.

Os dois estão a bordo de um submarino de mísseis nucleares e juntos devem tomar a decisão mais acertada para que um míssil não seja disparado e um “holocausto nuclear” aconteça. Os russos se apoderaram de um míssil que pode ser usado contra dos EUA. É aí que tem início o enredo do longa de 1995, dirigido por Tony Scott (A Perseguição).

Maré Vermelha é um filme cujo roteiro gira em torno da tensão criada pelo ego do capitão Ramsey e a racionalidade do seu imediato, Hunter. Num dos primeiros encontros dos dois, o capitão deixa claro que não gosta de puxa-sacos. Hunter, por sua vez, não entende o que Ramsey quer dizer com aquelas palavras. Se esse fosse o problema, porém, o impasse que o mundo vivera no submarino Alabama poderia ter sido resolvido com menos atritos e mais facilidades.

As palavras de Ramsey e as respostas de Hunter não negam as diferenças de personalidade no comando do submarino. Trata-se de duas lideranças distintas. Hunter é ponderado, ouve opiniões e respeita espaços. Ele é aquele tipo de liderança que faz o trabalho em sintonia com o grupo e consegue com facilidade tomar decisões coerentes de acordo com as exigências da realidade.

O personagem de Denzel Washington é um líder carismático, ou seja, o tipo de líder que parece ter inspiração divina, que causa nos liderados confiança, obediência espontânea, aceitação e envolvimento emocional. São qualidades que predominaram no tipo de liderança de Hunter porque ele estava fazendo o que era correto. Sem temer, ele acreditou nisso até o fim e os seus subordinados o seguiram pelo exemplo da verdade.

Ramsey, por sua vez, é o líder coercitivo. Que exerce sua liderança através da violência, seja ela verbal ou física. Em vários trechos do filme é possível observar que o capitão não consegue controlar os próprios impulsos. Ele grita, manda calar a boca, faz afirmações como aquela “quem manda aqui sou eu. Não aceito suas supervisões. Nosso regulamento não é aberto a interpretações”. E parte para a violência quando sente que não há mais possibilidade de argumentar verbalmente, como no trecho em que dá três socos em Hunter.

O capitão Ramsey é também o líder narcisista: difícil de lidar. Não escuta, não quer aprender com os outros e não ensina. Há, porém, um ponto positivo nesse tipo de líder: ele consegue envolver os liderados por conta de suas visões objetivas. Foi o que ocorreu quando mesmo preso em seu quarto, sob vigilância de marinheiros, Ramsey, consegue atrair para si um número considerável da tripulação para voltar a assumir sob violência o comando do Alabama.

Com base nesse filme, podemos chegar à conclusão de que a liderança carismática se sobressaiu à narcisista e coercitiva. O envolvimento de Hunter foi decisivo para que a tensão tenha sido controlada e o mundo salvo. Foi uma situação extrema, é claro, pois o  futuro do planeta estava em jogo. Mas em nosso meio, em pequenas situações, é possível nos depararmos com casos semelhantes. É aceito, seguido, e até reverenciado e tomado como exemplo o líder que espelha confiança, inteligência, objetividade, humildade e companheirismo, principalmente quando se trata de uma situação difícil e perigosa, ou de tensão e que exija controle.

No fim do filme, Hunter é reverenciado por toda a tripulação por ter acreditado naquilo que estava fazendo. Ele acertou em não disparar o míssil, pois quando a comunicação do submarino foi restaurada após um ataque dos rebeldes russos, o comunicado urgente revelou que os inimigos tinham se rendido. Ele salvou o mundo do temido “holocausto nuclear” e o capitão Frank Ramsey entregou-lhe as chaves (poder) num momento simbólico do longa-metragem em que reconhece a competência e o carisma do líder Ron Hunter ao dizer a seguinte frase: “Mr. Hunter está no comando”.

O desfecho do filme mostra outro momento de reconhecimento do capitão: “Você estava certo, eu errado”, após Hunter lhe agradecer por ter reconhecido perante a cúpula da Marinha Americana o excelente serviço prestado ao país. 



No último dia 5 de Dezembro o Brasil e o Mundo perdeu um dos principais nomes da arquitetura: Oscar Niemeyer. E dentre as diversas homenagens, destacou-se a da Coca-Cola, com criação da JWT e da Mutato, que fizeram uma ligação com as curvas da marca com as curvas de uma das criações de Niemeyer, o Edificio Copan.

Fonte: Comunicadores 


O Festival de Sundance divulgou nesta segunda-feira, 3, a primeira foto oficial do filme Jobs, que conta a história do fundador da Apple, Steve Jobs, que faleceu em outubro de 2011.

Ashton Kutcher encarna Steve Jobs em foto clássica do empresário, tirada entre 1981 e 1982. De acordo com o site, o filme será responsável pelo fechamento do festival, que acontece entre 17 a 27 de janeiro em Utah, nos Estados Unidos.

A produção é dirigida por Joshua Michael Stern e promete ser a "verdadeira história do maior empreendedor da América". Também estão no elenco Dermot Mulroney, Josh Gad, Lukas Haas, J.K. Simmons e Matthew Modine.



Podem chorar fãs de Spartacus. O canal Starz anunciou que War of the Damned (Guerra dos Condenados) será a última temporada do seriado que conta a história do lendário escravo (ex-soldado romano) que liderou um grupo de guerreiros que desafiou o poder de Roma.

Spartacus: War of the Damned será o desfecho da série que já teve três temporadas: o prelúdio Spartacus – Blood and Sand (Sangue e Areia) de 2010; Gods of the Arena (Deuses da Arena) 2011; e Vengeance (Vingança) 2011. O diretor da famosa série revelou que a opção de finalizar Spartacus acontece com o objetivo de dar um final “digno de registro”, bem como pela necessidade do canal de poupar dinheiro para financiar novos projetos.

Final épico

O desfecho vai travar a batalha final dos soldados de Spartacus contra uma legião romana. O líder Spartacus é o inimigo número 1 do Império Romano. Esta será a mais sangrenta guerra do seriado. Se você acha que já viu muito sangue até aqui, prepare-se. Estão confirmados para a nova temporada McIntyre (Spartacus), Manu Bennett(Crixus), Dustin Clare (Gannicus), Dan Feuerriegel (Agron), Cynthia Addai-Robinson (Naevia) e Ellen Hollman (Saxa), Todd Lasance (Gaius Julius Caesar), Simon Merrells (Marcus Crassus) e Anna Hutchison (Laeta). “Spartacus: War of the Damned” estreia nos EUA em Janeiro de 2013. No Brasil, semanas depois.

Projetos ambiciosos da Starz

“Da Vinci’s Demons” (Uma série sobre a vida de Leonardo Da Vinci), “Marco Polo” (Uma série sobre as aventuras do explorador Marco Polo) e "Black Sails" (Uma série sobre piratas que vai ser produzida por Michael Bay).



Nunca tinha lido a respeito. E não sabia do que se tratava o filme. Confesso que sou daqueles que gosta de saber o básico sobre o longa antes de assisti-lo e torço para ser surpreendido depois da sessão. Mas Perfume de Mulher (Scent of a Woman) sempre foi um filme que aguçou minha curiosidade. Talvez por ter ouvido falar dele bastante na época de faculdade.

Dirigido por Martin Brest (Contato de Risco, 2003), protagonizado por ninguém menos do que Al Pacino (Wilde Salomé, 2011), e Chris O'Donnell (Grey’s Anatomy) a produção é um clássico do cinema que estreou em 1992. Trata-se da refilmagem de um longa italiano de 1974. Muitos dizem que está neste trabalho a melhor atuação do ator nova-iorquino, descendente de italianos, Al Pacino.

Perfume de Mulher gira em torno de alguns poucos atos na vida do tenente-coronel reformado Frank Slade (Al Pacino). O homem é um personagem frustrado por ter perdido a visão na Segunda Guerra Mundial. Logo no início do drama ele conhece o jovem Charlie Simms (Chris O’Donnell) um jovem que decide trabalhar como acompanhante do coronel em troca de dinheiro para se manter estudando.

Os dois partem, sem que nenhum saiba, para o melhor fim de semana de suas vidas. O local é Nova York, no melhor hotel e restaurantes da cidade. Conversa vai conversa vem, ambos se interessam pelos problemas e histórias um do outro. Aí que mora o ponto central da trama. Alvo genial do roteiro.

Com um título que sugere apenas o relato da história de uma pessoa que tem um olfato apuradíssimo, Perfume de Mulher vai além e consegue envolver outras discussões como: até que ponto existe ética, autenticidade, amor pelo próximo, maturidade mesmo na pouca idade e quando se está decidido a deixar de viver?

O filme se deixa envolver em valores culturais e sociais. E com certeza é uma aula de ética e cidadania que traz uma reflexão significativa sobre a vida social na escola, no trabalho e em família.  A figura de Simms representa a do jovem que tem a personalidade testada pela pouca idade.

O que faz um homem vender ou não a alma para livrar a própria pele? A frase dita por Frank, representa bem o teste por que passa o jovem. “Há dois tipos de pessoas neste mundo: as que resistem e enfrentam a realidade, e as que procuram se proteger. Se proteger é melhor”.  Enquanto que em outro momento, a frase "Não há próteses para um espírito amputado”, também proferida pelo personagem de Al Pacino não consegue resumir que tipo de homem Frank é. Por fim, a frase “pode se viver uma vida em um momento”, sintetiza o filme Perfume de Mulher, que é sem dúvida um clássico do cinema por nos fazer pensar sobre o verdadeiro sentido da vida.