As grandes empresas jamais conseguirão por muito tempo sustentar um jornalismo de opinião. Quem não sabia que uma hora ou outra o SBT ia "arregar" para os poderosos? O outro lado da moeda (a população) não pode contar com as corporações travestidas de imprensa que têm negócios grandiosos necessários para seus horizontes de ambições.

Rachel Sheherazade agora fará apenas mais um papel de âncora na tribuna de mais um telejornal brasileiro. Por que outros comentaristas não são talhados como ela? Porque não têm comentários intensos, direcionados e constantes; por que o "jornalismo de humor" CQC e companhia também não sofre censura e perseguição? Porque não são levados a sério.

A verdade nessa polêmica toda é antiga: nunca haverá políticos totalmente de bem com a imprensa quando aqueles continuarem a ter os seus calos magoados por estes.





Quando decidiu confeccionar um uniforme similar ao do Flamengo para disputar a Copa do Mundo da Fifa 2014, a Federação Alemã de Futebol (DFB, sigla original) fez nada menos do que desenvolver uma espetacular jogada de marketing antes de entrar no campo para disputar a competição.

A camisa reserva simplesmente por seu modelo rubro-negro e pelas declarações dos dirigentes da seleção, revelaram aquilo que a torcida do Flamengo esperava. “No espírito do Brasil, com listras horizontais e colarinho elegante! Sua camisa para o Rio!”, disse em mensagem a federação numa rede social.

Com o uniforme “flamenguista”, a seleção alemã espera ter um retorno na Copa em terreno brasileiro, principalmente no Rio de Janeiro, onde os flamenguistas estão mais concentrados, não deixando de lado também a torcida em outros estados. Ou alguém tem dúvida que os flamenguistas vão torcer para outra seleção, quando o Brasil não estiver em campo? É bom lembrar, no entanto, que os alemães só passarão pelo Rio de Janeiro caso avance na competição. A delegação ficará durante o evento hospedada na Bahia. Jogará a primeira fase nas capitais Salvador, Fortaleza e Recife. 

O certo é que para a Alemanha a Copa começou mais cedo.






 Logo no início do vídeo, por meio da voz de serena da atriz Maria Alice Vergueiro, a Kombi dá seu último adeus lembrando que vai, mas que foi isso que fez a vida inteira. Diz se sentir maravilhosamente bem e conta a sua história, desde a criação por Ben Pon, na década de 1940, quando começou a ser fabricada na Alemanha em 1950, passando pelos 56 anos consecutivos de sua montagem no Brasil, a partir de 1957.

A produção, da Spray Filmes, destaca  os “últimos desejos da Kombi”, entre eles homenagear aqueles que colaboraram diretamente para que ela se tornasse famosa, como Bob Hieronimous, que pintou o veículo durante o festival de Woodstock em 1969 e no Brasil com o Sr. Nenem que levou a Kombi para assistir três mundiais de futebol.

No fim do vídeo de pouco mais de quatro minutos, o último desejo da Kombi é realizado com o reencontro com o filho de Ben Pon, em Amersfoort na Holanda e volta a fazer a indagação: “como estou me sentindo? Surpreendentemente bem”, e assim desaparece na estrada, como se continuasse a seguir o seu caminho.

No Brasil a Kombi teve mais de 1 milhão e unidades fabricadas em São Bernardo do Campo (SP). O último lote do veículo contou com 1.200 unidades que traziam itens exclusivos com pintura e acabamentos especiais. Deixou de ser fabricada em dezembro de 2013.

A Volkswagen ao produzir um vídeo de despedida de um carro histórico como a Kombi emociona os amantes do veículo e valoriza a sua marca e o seu produto ao dar importância àqueles que depositaram sua confiança na velha senhora que sai do mercado. Transparece uma preocupação em se justificar ao mesmo tempo em que dá indicativos de fortalecimento e renovação de sua frota.

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Um dos elementos mais importantes da identidade visual de uma marca, a cor , quando bem escolhida, é uma estratégia duradoura. Foi pensando nisso que a designer Paula Rúpolo, brasileira, atualmente morando em Barcelona, decidiu fazer um experimento e trocar as cores dos logotipos de grandes rivais, no projeto que ela identificou como The Brand Colour Swap.

"Começou como um exercício, uma brincadeira", explica Paula. Durante o processo, chamou atenção o estranhamento causado pelas alterações. "A cor é quase 100% do que torna uma marca reconhecível num primeiro momento. É legal prestar atenção nas primeiras impressões que a troca te dá", afirma. 

Da ideia surgiram uma Coca-Cola azul, um McDonald's verde e um Google roxo. Se no setor de alimentos, a mudança é mais radical, em tecnologia, o esquema de cores muitas vezes se parece, destaca Paula. Para a designer, que também cria identidades visuais de startups e pequenas empresas, o resultado reforça a importância da imagem para qualquer negócio.  "No geral acredito que nenhuma das marcas se tornou mais interessante com o novo visual". Confira o resultado do experimento.








A sociedade diz que não, mas infelizmente a beleza conta quase que 100% para você se dar bem na vida. Ser branco e belo basta. Negro e feio pode até chegar lá, mas vai ralar mais que o branco e ser muito humilhado para no fim dizer: eu venci. Joaquim Barbosa, presidente do STF, ainda hoje é tratado entre seus pares como macaco. Como diz Arthur Schopenhauer, "A beleza é uma carta aberta de recomendação"

Quer entender, clique aqui: Russa se muda para SP por amor e faz sucesso em feira livre na Mooca

Eu procuro uma harmonia entre a profissão, ambiente de trabalho e a cidade onde moro. Até o momento confesso, ainda não encontrei. E é justamente por isso que eu vou continuar, seguir em frente até eu encontrar por que disso depende a minha felicidade e da minha esposa.

As escolhas, sem dúvida, são respostas pontuais que nos levam à felicidade ou à angústia. Entre 2006 e 2013 eu morei em Brasília-DF vivi momentos muito bons oscilando entre outros tantos ruins. Nesse período cravei uma certeza em minha mente: quero montar o meu próprio negócio. Achei que essa escolha me daria a felicidade plena e me enganei. Não pelo negócio, mas pela troca de cidade. Troquei Brasília por Grajaú, uma cidade no interior do estado do Maranhão, com pouco mais de 60 mil habitantes onde passei boa parte da minha adolescência.

Desde que cheguei aqui, no dia 10 de abril de 2013, não tenho me sentido feliz. O trabalho vem se desenvolvendo com êxito e com perspectivas de melhoras em breve, mas não consigo continuar. Sinto-me preso e os horizontes parecem um tanto limitados: seja para o lazer, para a cultura e a para a educação. O sonho do negócio próprio ficará para outra oportunidade, num futuro não muito distante. Mas a cidade, essa sim, tem que ser outra a partir de agora.

Essas mudanças tão rápidas num período de tempo tão curto nos trazem medo, mas um medo natural cheio de questionamentos: dará certo? É isso mesmo que tenho que fazer? Não devo ficar mais tempo aqui? Conseguirei um bom emprego na nova cidade? Muitas perguntas e dúvidas que chegam a uma conclusão: sabendo que o erro me circunda, acredito em minha decisão que, mesmo com um possível erro, me levará a chegar a um novo ponto, fator de crescimento pessoal, conjugal e profissional. A nova escolha só me levará a potenciar a minha autoestima e confiança.

Sou do tipo que não gosto de me agarrar às forças externas para que tudo fique bem. Por isso tomo decisões como esta, de mais uma vez partir com o propósito de buscar a felicidade através de novas oportunidades profissionais e é claro, o fator moradia foi o primeiro impulsionador. Não acredito que a minha vida se resolverá com o passar do tempo sem a minha intervenção e escolha e não quero que isso se torne uma regra pela qual eu me oriente, pois se assim for, eu corro o risco de ficar dependente e perder o controle do meu próprio destino.

Dou esse novo passo. Irei morar numa cidade que já morei, mas quando era muito criança e irei viver ali novos desafios. O medo existe, mas irei superá-lo todos os dias. Acredito que posso crescer e esse novo ambiente é propício para os planos que eu tenho em mente para o presente e para o futuro. A decisão de voltar a morar numa grande cidade se concretizou a partir do momento em que eu percebi que onde eu estou hoje não consigo realizar a maioria das opções do leque. Neste momento me sinto com um frio na barriga e cheio de perguntas. Não tenho respostas prontas, mas vamos lá!